CRISTO, O DA PIÇA, A. do post infra que despoletou uma série de discussão sobre a natureza, finalidade, alcance, e tal, da ANJAP, Associação id. a fls..., notificado dos posts antecedentes, vem dizer o seguinte:
Meu caro cobrinha,
Grandus est ANJAPUS barretus
(cf. doc. 1) dizia Catão, esse grandessíssimo pedófilo.
Com efeito, como acusa Pinóquio no seu, aliás douto, post, aquele que deu origem a estes autos era a ele dirigido.
Daí que - e pronunciando-me agora sobre o, como sempre distinto e iluminado post de McVilas, o Eça da Eskumalha - tenha toda a propriedade o que este confrade vem dizer na sua indignada comunicação. Urge, pois, saber quem, dentre nós, é que não é nem nunca foi presidente de uma delegação da ANJAP, para evitar estas desagradáveis situações. Urge também, combinar as hostilidades necessárias para dar de comer à bestial porra que o confrade alberga entre as pernas.
De todo o modo, porque o post era inicialmente dirigido a Pinóquio, começarei, por motivos de organização e de análise cronológica da matéria decidenda, por dizer o seguinte:
Erra este confrade quando diz que me insulta. Com efeito:
1. venha de lá - e com gosto - essa grande puta que me foda, que eu lhe farei o mesmo;
2. quanto ao facto de um vagão ter interferido na minha concepção, tal referência dever-se-á, por certo, ao facto do confrade sentir que lhe passa uma locomotiva pelos refegos anais quando é medievalmente enrabado. Já o que se contém no dito vagão é
obiter dictum - matéria despicienda, conclusiva ou de direito. Não conheço, nem sou obrigado a conhecer a profissão e as companhias de tão distintas senhoras.
Ademais, aceita-se a aceitação do conteúdo do post inicial.
Porém, quanto ao dito conteúdo o signatário espanta-se quando vê referências neste blog no sentido de que tal post é "insultuoso"...
Ninguém de boa fé poderá dizer uma tal aleivosia.
O signatário, é sabido, é um dedicado admirador - o fão numarum! - da actuação da insígne instituição. Tanto assim que, com a sua manifesta e natural incapacidade, atreveu-se a dirigir umas humildes e elogiosas palavras a quem é delas merecedor.
Senão, vejamos:
O que de insultuoso tem dizer-se de uma associação como a ANJAP que a mesma:
"
defende com garbo, rigor e excelência os interesses dos jovens advogados de portugal, entre os quais me insiro" - cf. post inicial.
ou que lhe são conhecidas as:
"
medidas, projectos inovadores, reivindicações, lutas..."
Ou ainda que:
"
é sabido que é entre os dirigentes e membros da ANJAP que podemos encontrar a nata da advocacia portuguesa"
Ou, quanto ao seu anterior líder que:
"
A inteligência e a capacidade de trabalho são-lhe características sobejamente conhecidas"
E mais: que insulto pode haver, ao falar de outro dos seus membros na referência:
"
Falar nele é sinónimo de falar em urbanidade, elevação e elegância."
Ou que:
"
O dom da palavra, escrita e falada, fazem dele um dos maiores embaixadores dos interesses do povo que o elegeu e um dos poucos com dignidade para estar presente na Assembleia onde se conduzem os destinos do país"
Fica, pois, perplexo o confrade no uso da palavra escrita quando vê que foi tão mal interpretado e que apenas queria afirmar neste fórum, as glórias, honrarias e feitos de uma tal Associação.
Aliás, o signatário só não referiu e elogiou mais obra de tal ínsigne agrupamento porquanto, na sua ilimitada ignorância e incapacidade, não a conhecia.
Porém, na posse do post de cobrinha, já tenho alguns elementos para glorificar ainda mais o referido conjunto:
A realização de conferências de alto interesse, as futeboladas, a prática da bufaria sobre colegas que, assim, ficaram impedidos de praticar a profissão que decidiram abraçar, as jantaradas, o apoio aos colegas estagiários que não tinham ajuda dos colegas.... E ainda, uma sala para fazer isto tudo!
E mais direi: Quanto ao fim dos patronos oficiosos - esse sim, verdadeiramente um rude golpe para quem não tem cunhas - foram conhecidas as posições, as conferências de alto interesse e tudo mais que a ANJAP protagonizou contra tal medida.
De resto, antes de existir a ANJAP, conseguiu-se um feito de enorme relevância para os advogados com menos de dez anos de profissão: ao contrário do acontecia anteriormente, começaram a poder alegar até ao Supremo.
E realce-se: se a ANJAP já existisse antes de tal mudança legislativa, decerto que teria sido a ANJAP a propô-la e a lutar por ela... Só o não fez porque não lhe deram oportunidade. Maldito decurso do tempo!!
Junta: Um documento:
P.S.:
Em caso algum seria capaz de confundir as instituições com as pessoas que conheço.
P.S.1: Que esta polémica sirva para o "por vezes ausente, mas sempre atento", seja mais presente e nos presenteie com a sua presença num presencial retiro a realizar em breve. Proponho desde já um duelo de "ver quem bebe mais" para acabar de vez com esta polémica à boa maneira eskumalhosa.
P.S.2: Acabo de fundar a ANJAPQFSGV - Associação Nacional dos Jovens Advogados Portugueses Que Fuma S G Ventil. Queremos baixar o preço do tabaco!! Vem à nossa jantarada!
P.S.3: IDE TODOS PARA O CARALHO.
Um amplexo
CCP