Vamos lá fazer um pequeno exercício mental para desenferrujar:
NOs idos de 2005, o confrade Benas, com a sagacidade que lhe é própria - nessa ocasião já potenciada por 15 canecas de cerveja - chamou a atenção da nossa infame turba para o facto de devermos ter uma conta bancária titulda pela Confraria.
Muita discussão gerou tal proposta, sendo certo que a única coisa boa que dela adveio foi a constatação de que a confraria só pode titular uma conta caso seja constituida como pessoa colectiva i.é. Assciação (porquanto se fossemos uma empresa para além das obvias dificuldades em encontrarmos um objecto social que não aviltasse os mais basilares principios de direito, seriamos certamente insolventes no final do primeiro trimestre).
POis bem, embora continue a achar que nos devemos constituir como Associação (quanto mais não seja para podermos ter uns estatutos como deve ser), acho bem mais premente que se crie a conta.
Por duas ordens de razão:
1ª- permite-nos ter sempre um pé de meia para os retiros e portanto não sobrecarregar o bolso na altura de os realizar (pois como sabemos somos bem meninos para derreter 200,00 por noite não somos Benas?)
2ª- Permite-nos não sobrecarregar os que adiantam o dinheiro para as deslocações e despesas adjacentes, que acabam, invariavelmente por ficar a arder pesadamente (não é Vilas?)
Por isso na falta de pessoa colectiva que titule a conta sirvo-me da presente para solicitar a V. Exas. que se ofereçam para junto de uma instituição de crédito titularem uma conta bancária (conjunta porque eu não confio em nenhum de vocês com acesso a dinheiros comunais), solicitam igualmente e desde já que que se oferecer faça já o primeiro depósito de € 50,00.
Proponho que, como prémio pela diligência e ousadia demosntradas, o confrade que assim proceder não pague mais nada nesse retiro!
Abem da Ekuporum Comalha, sigam o meu reptil e abram contas por esse país fora.
Pinóquio