Escrevo-vos este post por uma razão muito simples: o habilus não valida as cédulas dos solicitadores, o que, como sabeis, inviabiliza a instauração de acções executivas.
Assim, e aproveitando este momento de pausa brindo-vos com umas poucas palavras que dedico a todos vós que como eu estais prostrados diante de um ecra~de computador:
Naquele tempo, ia S. paulo a cavalo numa estrada com dois sentidos. Ao chegar a uma parte mais sinuosa daquele percurso, s. paulo guinou o seu corcel de forma admirável, contornando os objectos pérfidos que satanás havia colocado para o desviar do seu caminho.
Após alguns metros, S. Paulo descansou. Pensou já ter ultrapassado todas as dificuldades e pôs-se a dormir uma sesta, aquecido pelo sol da Judeia.
Escusado será dizer que apanhou um santo escaldão, que lhe causou dor aguda, sofrimentos e agruras, que foram causa bastante para 2 dias de doença com perda da capaciadade para trabalhar.
Quando recomposto, S. Paulo foi a jerusalém, com o fito de contratar um advogado que aceitasse processar o sol, ou, na pior da hiposes, o responsável pela existência daquele astro.
S. paulo ouviu muitas desculpas de vários advogados da cidade de jerusalém, disseram-lhe uns que o sol não perdia uma acção, outros que era muito dificil de citar, outros ainda alegavam excesso de trabalho e houve mesmo quem lhe disse-se que era advogado do próprio sol e que portanto estava impedido pela ordem de patrocinar causas contra ele.
Até que um dia S. paulo encontrou um advogado que, finalmente o esclareceu, dizendo-lhe simplesmente o seguinte: Põe-te no caralho ó meu filho da grande puta!!! Pensas que vens para aqui gozar comigo? Acção contra o sol??!?! Vai mas é levar no cú! Havias de ser enrabado por um árabe!
Pois bem, o moral desta hitória é simples não se deve intentar acções contra o sol.
Amplexo
Pinóquio "de diarreia mental"