Reflexões avulsas
Os lacticínios e o cancro do pulmão
No outro dia estava sentado na mesma mesa em que alguém comia pizza. Enquanto o meu comensal chafurdava na massa imensa de queijo que colava ao pão recesso que lhe servia de base os ingredientes imundos, ocorreu-me uma reflexão que não posso deixar de partilhar com os Ilustres Confrades.
A ingestão de lacticínios, salvo na fase inicial da vida dos mamíferos, ou lactante, é contra-natura.
Com efeito, observem-se na natureza os mamíferos adultos, com exclusão do homem, e constatar-se-á que nenhum deles ingere leite ou seus derivados, nomeadamente o queijo (que, como é sabido é feito da seguinte forma: deixa-se o leite a apodrecer numas tinas gigantes. Quando cheirar a chulé, está pronto).
Ora, observando a mesma classe dos mamíferos, excluindo o homem, constatar-se-á, que nenhum deles perece por causa do cancro de pulmão.
O cancro do pulmão, sustento, não é causa de morte de outro mamífero para além do homem.
Assim, juntando estas duas verdades insofismáveis, está bem de ver que a ingestão de leite e seus derivados, nomeadamente o queijo, é que causa no homem o cancro do pulmão.
Poderão apontar-me: "Epá, ó CCP, então mas isso acontece porque os homens fumam e os animais não. É o tabaco que causa o cancro do pulmão no homem".
Ora, este argumento tem a densidade de um pedaço de nevoeiro sob os raios quentes do sol: depressa se dissipa.
Com efeito, são sobejamente conhecidos os casos de homens não fumadores que contraíram a terrível doença.
Aliás, tal constatação, não só refuta que seja o tabaco o causador de cancro de pulmão, como reforça a tese de que é a ingestão de lacticínios, nomeadamente o queijo, por parte dos mamíferos na fase adulta que lhes causa essa maleita.
Um amplexo
CCP