O CLÁSSICO MORREU
Meus caros, é com enorme tristeza (snif...) que informo que a minha viatura e companheira de grandes aventuras faleceu. O seu desaparecimento deve-se à velhice (entenda-se física, pois era uma jovem de espírito).
Serve de consolo o facto de ter claudicado feliz, a 110 km/h e sempre mimada pelo seu proprietário (afecto sui generis, no entanto).
Bizinho, proprietário de um novo veículo a léguas de distância do insubstituível Clássico.