A inenarravel história de pirussas o cão canhoto:
Num daqueles dias de verão, soalherios e abafados, com termperaturas bem acima dos 30 graus celcios e com aromas a fazerem lembrar anuncios de fraldas de bébé, pirussas saiu de casa, depois de tomar um refrescante banho e de se perfumar abundantemente com colónia puig.
Logo à soleira da sua porta pirussas, o cão canhoto, deparou com uma incrivel, porém agradavel, ausencia de gente na rua.
A sua casa situava-se numa das mais movimentadas arterias da sua cidade, tendo isso em conta, pirussas, o cão canhoto, viu-se caido em profundas cogitações, que como o caro leitor já deve, por ora ter deduzido, versavam sobre a fisica quantica aplicada à densidade demografica das cidades europeias.
No fim de cogitar sobre isto pirussas, o cão canhoto, continuou a deambular sem rumo pelas ruas vazias.
Como é bem sabido, uma deambulação traz outra!
No caso concreto, a deambulação fisica (passeio) trouxe uma outra, mas esta de caracter eminentemente intlectual.
Pirussas deambulava agora pelos canais mais sombrios do seu já sombrio intlecto.
Uma pena chamada de atenção para o facto de o intlecto de pirrussas, o cão cnhoto, ser, de facto e de direito, sombrio! Não se deixe o icauto leitor levar pelo pragmatismo do "Ha é um daqueles gajos (cães) malucos com a mania que tem perturbações psiquicas"! Não! O intelcto de pirussas, o cão canhoto, era realmente sombrio, obscuro até, um desafio para qualquer equipa de psicanalistas, um desafio até para uma equipa de psicanalistas com o ivel de recursos de uma scuderia de formula 1!
CONTINUA!!!
PINÓQUIO