Gigantescos Foliões:
Há-que manter viva a chama poética recentemente acesa neste espaço de insulto fácil. Deixo-vos, mais uma vez, com umas linhas cagadas pela maior referência das letras portuguesas, o inimitával Barbosa du Bocage. O poema chama-se "Soneto do Caralho Potente".
Porri-potente herói, que uma cadeiraSusténs na ponta do caralho teso,Pondo-lhe em riba mais por contrapesoA capa de baetăo da alcoviteira:Teu casso é como o ramo da palmeira,Que mais se eleva, quando tem mais peso;Se o năo conservas açaimado e preso,É capaz de foder Lisboa inteira!Que forças tens no hórrido marsapo,Que assentando a disforme cachamorraDeixa conas e cus feitos num trapo!Quem ao ver-te o tesăo há năo discorraQue tu năo podes ser senăo Priapo,Ou que tens um guindaste em vez de porra?Um forte amplexo e votos de um Bom Retiro aos confrades que irão espalhar classe por Péniche. NINGUÉM PÁRA A ESKUMALHA!
Galinhola do Mato