Não vou chumbar a PI... pelo menos para já.
Desta vez vou chumbar a fiscal.
Mas isso não interessa pois eu uso uma termotebe e vou ao grandioso retiro de verão em Julho.
Importa aqui repetir, nesta bela época caliente em que o grelo desabrocha um poema oportunamente aqui postado, o qual postarei sempre nesta época, em edição refudida e aumentada:
(F)ode ao Verão
Gosto muito do Verão
Dá-me muita tesão.
Tal entumescimento peniano
Só tem uma razão
Ao contrário do resto do ano
No verão há mais gajas boas!
Divide, o gajo avisado,
O grelo em três classes essenciais:
As "mais ou menos", as "boas" e as "muito boas".
No verão, como verão, há boa alteração, (passe a aliteração):
as muito boas despem-se de preconceitos.
Deleite da multidão!
Há que alterar os conceitos
"Muito muito boas" é como se chamarão.
As boas, com o mesmo efeito,
outrossim trasmutam de epíteto
Apetece levá-las para o leito
apetece ir-lhes ao pito.
De "muito boas" as clamas,
pois no Inverno escondem o peito
E no Verão mostram as mamas!
As gajas mais ou menos,
de "boas" se devem chamar.
Não são bafejadas por Vénus
Mas não são de repudiar.
Com alguns requisitos
(Nós não somos esquisitos)
Escavacamos-lhes os pitos.
Junte-se-lhe uma ou outra cerveja
Um decote algo ousado
Antes que outra coisa ela veja
Já tem o cú todo escavado!!
Já os dragões
nem pelo Verão são ajudadas.
Só para despejar os colhões
E depois de beber toneladas!!!
Um amplexo
do Cristo Com Piça.
Viva Portugal, Viva o Caracol, bem assim (ndr. : que expressão do caralho!!! É o contrário de mal assado...), as bujas!!