Ilustres,
Antes de qualquer assunto, introduzo um momento de cultura para esclarecer uma questão que ficou pairando sobre as nossas ébrias mentes no último certame:
flibusteiro:
do Ing. freebooter < Hol. vrybuiter, livre apresador
pirata americano, especialmente da América Central;
por ext. aventureiro, ladrão;
intrujão, trapaceiro;
cavalheiro de indústria.
Fonte: http://www.priberam.pt/dlpo (um dicionário online muito jeitoso, de borla, e que me dá um jeito do caralho)
Isto posto
A história da mordidela na gaita,
rectior, do broche ficou, pois, por esclarecer, oculta que está na penumbra das ténues memórias que se trouxeram do retiro - a puta da água da quinta devia ter qualquer produto amnésico.
Contudo, não é preciso ser conhecedor exaustivo da obra de Sigmund Freud - esse fodilhão - para perceber que escondido sob a prática material do referido
fellatio permanece um pedido de auxílio, consequência da constatação do óbvio falhanço dos retiros no que à presença de meretrizes diga respeito.
Isto é,
Há putas ou não há putas !!???
Permito-me, neste particular repetir o grito de guerra do ilustre confrade El Presidente:
"Haja sarrabulho e mamas na cozinha da proxima vez que nos reunirmos!"
Com efeito, com o caminho que as coisas levam, se não houver putas no próximo retiro corremos o risco de acabar a enrabar-nos mutuamente - o que não se concede e nem se pode equacionar, nem à luz do mais torpe dever de patrocínio.
Termos em que, sou de parecer que devemos retirar as devidas consequências daquele triste e negro episódio que manchou o elevado certame do passado fim de semana.
Um amplexo do vosso fiel servo
Cristo com piça (piça esta que não entra na boca nem na anilha de nenhum gajo)