Atenção!!!
Um colega nosso, está a ser investigado pela prática do crime de pedosuinofilia p.p. pelo curioso número do art de fls.. do Código de Hamurabi.
O colega que preferiu manter o anonimato ou simplesmente que o tratassem como presidente, terá tido manifestações de violência atroz, tendo desfigurado, por completo uma cria de suíno assada que assi, viu aumentado o seu sofrimento.
Os factos terão ocorrido num certame realizado na já chamada "cidade da vergonha" devido à frequência com que ocorrem estes e outros acontecimentos de natureza semelhante.
Um grupo de auto-denominados pos-graduandos, do qual o presidente faz parte, leva a efeito, amiúde, demonstrações de elevadíssimos níveis de torpeza e humilhatio, de todo em todo inadmissíveis, mas saudáveis, sempre que se reunem.
Transcrevemos aqui um trecho do despacho de acusação.
Em processo suinário, o MP acusa o ..., porquanto,
No dia (...)
O arguido disse "vou beber como se não houvesse amanhã".
Acto contínuo começou a ingerir enormes quantidades de alcool, bem sabendo que, com essa conduta, colocar-se-ia, de forma propositada num grande estado de inimputabilidade
(...)
O arguido pegou na cabeça da vítima.
Acto contínuo deu uma dentada ao nível da região nasal da vítima, bem sabendo que, com essa conduta extorquiria as fossas nasais à vitima procando-lhe dor e sofrimento.
Após o que, o arguido proferiu palavras ofensivas à vítima,
Apelidando-a de "porco", "leitão" e "bicho".
E ameaçou a vítima, tendo dito, alto e bom som que "Eu arranco-te os olhos se não paras de olhar para mim".
O arguido veio a concretizar tal ameaça tendo, enquanto proferia as palavras ofensivas aludidas supra, arrancado à dentada as vistas da vítima, bem sabendo que, com a sua conduta, estaria a fazer uma enorme figura de urso"
Com a sua conduta o arguido cometeu
um crime de pedosuinofilia, na forma continuada
um crime de pedosuinicidio, na forma continuada."
Informaremos aqui os desenvolvimentos deste escabroso e polémico processo, com a transcrição de escutas telefónicas, se chegarem à nossas mãos.
Um amplexo