Tem muita razão o nosso confrade emigrante.
Isto é uma puta de vergonha (e aqui faço também um mea culpa).
Para interromper, em grande, o jejum de postas a que tenho votado o nosso blogspot, recupero aqui um clássico.
Trata-se de uma das mais belas e frases alguma vez escritas. É poesia pura.
Dificilmente se encontrará expressão mais acertada e mais feliz. Corresponde a um notável esforço de simbiose: de um lado a simplicidade, a sagacidade e a objectividade (a crueza até), de outro lado, a riqueza de conteúdo, a complexidade do processo mental revelada através do porfiar de adjectivação ("belo", "grossa", "excitada").
Decerto que o poema merecerá uma análise mais detalhada, para o que desde já de desafia os Venerandos Confrades, em amena tertúlia virtual. Vinde dizer o que o poema vos transmite...
Pois que não é vero que o significado de toda a manifestação artística também depende dos seus receptores?
Exposto este interlúdio, aqui vai:
"
Não há nada mais belo de se ver do que uma verga grossa molhada de suco vaginal a trabalhar uma racha excitada"Autor desconhecido, Gina (entre 1997 e 2002), Edições Casa de Banho da Rua da Saragoça.Aquele amplexo
CCP