eskumalha
Farpas
É com grande pesar que constato a maior perda provocada pela enorme calamidade que se abateu no nosso país:
(Cantemos todos juntos: "Nós só queremos Portugal a arder, Portugal a arder, Portugal a arder...". Obrigado.)
Voltando à perda, apesar de ter ardido uma área equvalente ao Algarve (e não o Algarve, o que é pena...) assisti impotente - salvo seja!- e com profunda consternação ao desaparecimento de uma enorme área de medronheiros.
Para quem não sabe, o medronheiro está na base das poucas maravilhas da região supra referida: não, não são as inglesas mamalhudas. Falo-vos da aguardente de medronho. Espero que a produção não seja afectada, para deleite, ou melhor, deaguardente das multidões.
P.S. Sou procurado pela PJ: acusam-me de ser incendiário. Vou ter que lhes explicar que férias sem um belo churrasco, não são férias...
Inté
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Clientela e animais de cativeiro
Com o "rapidinho" a banhos,
tomarei a dianteira.
Fácil será de ver
que voltei à capoeira...
Relações interpessoais
Lamúrias e aventais
Roupa suja e muito mais
Clientela desbocada!
Em 5 minutos de parlapier
toca a abrir o dossier:
extra-conjugalidades, mentira e pinocada.
Tudo bem regado com uma bela mamada!
Mas foi só uma vez...
"Eu mato-te, sua vaca!",
Diz o toiro enraivecido.
"Fecha a matraca",
contrapõe a mimosa,
com um ar comprometido
Pergunta: e eu com isso?
Tudo por causa do caixote!
E da cerca, e do velhote...
Sabem o que vos digo?
Apetece-me 1 shot!
Ou dois, ou três
"Serei eu uma puta?"
pergunta-me a donzela.
Não fosse ela um ser medonho,
Respoderia com afinco:
Abre o cú que lá vai ela...
Serei padre, psicólogo, putólogo?
Não, sou um mero estagiário.
Afundado em trabalho,
Neste grande aviário.
Inté
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AGRIDEM-ME
Existem diferentes significados para a expressão "agridem-me", dependendo do contexto em que ela é utlizada. Ou não.
Se ela for utilizada por individuos de raça negra, ciganos e restante bicharada, virá inevitavelmente acompanhada de um complemento que quase sempre será: "...pouco;deveriam espancar-me mais".
Se for mal escrita, por exemplo "agri-demme", com certeza que fará parte do cardápio de um qualquer restaurante chinês como acompanhamento do frango com amêndoas. Já agora, se me permitem, puta que pariu os restaurantes chineses, mais o chop-suy.Que praga!
Se for pronunciada por uma personagem da Disney que vagueia pela cidade do deboche, é motivo para um belo regabofe...
Lembras-te, S.?
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Silly season
A cidade de Lisboa em Agosto.
Só de pensar que o mês de Agosto está a acabar, sinto calafrios.
Foda-se! É que não obstante o mês de Agosto acarretar em si mesmo coisas bastante negativas, como são exemplos a emigrantalhada e a emigrantalhada, o que é certo é que a cidade de Lisboa é uma calmaria neste balnear mês.
Lisboa não tem capacidade para ter as pessoas que tem durante o ano normal.
O que de imediato me remete para uma conclusão: o genocídio é uma coisa boa!!
Sou a favor da morte do género. Do genéro de idiotas que pulula pela cidade durante todo o ano, principalmente do cidadão sénior que congestiona os tranportes públicos passeando sem qualquer destino : Acabe-se já com o passe social!!
Outra espécie hedionda, que está integrada no género cidadão sénior, é o "cidadão conscencioso".
Este energúmeno caracteriza-se pela calvice, palito ao canto da boca e pin do benfica na lapela. É frequente ouvi-lo vociferar barbaridades várias, sendo certo que a mais comum é: "Assim este país não anda para a frente!".
Para a frente para aonde? Em direcção à América!? Com pit stop nos Açores!?
Puta que pariu os filósofos de ponta dos autocarros. Abaixo o respeito aos mais velhos. Viva o genocídio.
Um amplexo
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O Fenomeno "Potless"
Aquando da minha estada em terras algarvias, apercebi-me de um fenómeno que urge suster e exterminar (se necessário com recurso ao futuro governador da California...): o POTLESS.
Esta verdadeira praga -que não tem outro nome- veio substituir o maravilhoso e sempre benvindo Topless. É que, caros confrades, hoje em dia, só os potes, ou seja, seres com pelo menos 150 Kg, mostram as maminhas na praia. Ou melhor, mostram as arcas frigorificas, os torpedos, os contentores mamários, chamem-lhe o que quiserem. Tudo menos mamas.
Enquanto isso, os piteuzinhos -sim, tambem os há- andam todos tapadinhos. É 1 tristeza...
Por isso, senhora deste país e arredores: se está a pensar mostrar as mamocas na praia, por favor não mostre; se nao está a pensar nisso, mostre-as. JÁ!
Tenho dito
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Aliás, apetece-me insultar a todos.
Polícias, electricistas, fiscais do Metro, gente de férias, banhistas (que raça), futebolistas e futeboleiros, paneleiros também, incendiários, jornalistas, ministros da defesa e políticos em geral - Puta que os pariu e Puta que pariu as mães deles.
E quero é que os caçadores se fodam.
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Tá um calor filha da puta!!!!!
Tenho os colhões a nadar num mar de suor. Os meus chatos devem estar a fazer surf.
Fecho os olhos e sonho com um ambiente à media luz, duas janelas abertas, com cortinas, para correr uma leve brisa que refresca quando passa pelas gotículas de suor que correm pelo meu corpo nú.
Na minha mão está uma buja fresca, acabada de sair do congelador. Em cima de uma mesinha está um prato com alguns mariscos. Vejo defronte de mim um ecrã gigante onde está a dar um jogo de futebol.
De quatro, com ar em empenhado está uma gaja podre de boa a fazer-me uma real mamada no meu enorme caralho. A cada bombada que dá engole mais fundo proporcionando-lhe (a ela) arraiais de prazer. Por detrás dessa gaja, encontra-se uma outra, outrossim, de quatro, a fazer um enorme minetaço à primeira, proporcionando, um festim para a vista.
Uma mensagem:
Os sonhos de hoje são as realidades de amanhã. Para quando o próximo encontro confraternal? Era bem jeitoso fazê-lo na época balnear. Há mais berbigão
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Reflexões
Trabalhar em Agosto é por um lado bom, por outro lado mau.
Por um lado, é bom, porque é melhor que estar morto ou estropiado.
Por outro lado é mau, porque é pior que todas as outras coisas.
Alguém já disse que "O estado natural do homem é deitado, a beber uma cerveja e a fumar um cigarro".
Não podia estar mais de acordo. Puta que pariu. Foda-se!!!!
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Confrades,
Reitero o pedido que escrevam neste espaço que é de todos nós.
Na esteira de pipi, considero que a poesia é uma arte que deve reputar-se de paneleira.
Arrisco essa forma de expressão para deixar um poema que, não obstante se revelar roto no formalismo, me parece, passe a imodéstia, irroto quanto baste no conteúdo.
(F)ode ao Verão
Gosto muito do Verão
Dá-me muita tesão.
Tal entumescimento peniano
Só tem uma razão
Ao contrário do resto do ano
No verão há mais gajas boas!
Divide, o gajo avisado,
O grelo em três classes essenciais:
As "mais ou menos", as "boas" e as "muito boas".
No verão, como verão, há boa alteração, (passe a aliteração):
as muito boas despem-se de preconceitos.
Deleite da multidão!
Há que alterar os conceitos
"Muito muito boas" é como se chamarão.
As boas, com o mesmo efeito,
outrossim trasmutam de epíteto
Apetece levá-las para o leito
apetece ir-lhes ao pito.
De "muito boas" as clamas,
pois no Inverno escondem o peito
E no Verão mostram as mamas!
As gajas mais ou menos,
de "boas" se devem chamar.
Não são bafejadas por Vénus
Mas não são de repudiar.
Com alguns requisitos
(Nós não somos esquisitos)
Escavacamos-lhes os pitos.
Junte-se-lhe uma ou outra cerveja
Um decote algo ousado
Antes que outra coisa ela veja
Já tem o cú todo escavado!!
Já os dragões
nem pelo Verão são ajudadas.
Só para despejar os colhões
E depois de beber toneladas!!!
Um amplexo
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